Acidente Vascular Encefálico(AVE-AVC) Tem Excelentes Resultados Com a Fisioterapia Realizada em Casa

Os pacientes que sofreram AVC(AVE) que tiveram tratamento fisioterapêutico baseado em casa melhoraram a sua capacidade de andar tão bem quanto os pacientes que foram submetidos a um programa mais "high tech", onde incluíam caminhada em esteiras, de acordo com os resultados do maior estudo sobre reabilitação de acidente vascular cerebral(encefálico) já realizado nos EUA.

Financiado principalmente pelo Instituto Nacional de Distúrbios Neurológicos e Strokes (NINDS), que faz parte dos Institutos Nacionais de Saúde (NIH), com a assistência do Centro Nacional de Medicina de Reabilitação de Investigação, o estudo também descobriu que pacientes continuaram a melhorar até 12 meses depois de sofrer um acidente vascular cerebral(encefálico), desafiando a visão generalizada de que a recuperação e melhora da disfunção acontece apenas no início e com picos de melhora em seis meses. Na verdade, este estudo mostrou que mesmo os pacientes que começaram uma reabilitação intensiva após seis meses da lesão melhoraram a marcha(caminhada).

Os resultados dos estudos foram apresentados no Curso Internacional da American Stroke Association, em Los Angeles, e no American Physical Therapy Association o (APTA).

O estudo teve como objetivos definidos comparar a eficácia do treinamento locomotor iniciado nos dois primeiros meses após o AVC e até seis meses após o AVE, e comparar os dois contra um programa baseado em tratamento em casa supervisionado por um fisioterapeuta.

Para o estudo, eles recrutaram durante 3 anos 408 pacientes com idade média de 62 anos que recentemente haviam sofrido a lesão e estavam sendo tratados em centros de reabilitação de AVE. Os participantes eram 45% do sexo feminino, 58% caucasianos, 22% Africano-americanos, e 13% da Ásia. Eles foram designados em 3 grupos:

1- Treinamento locomotor por 36 sessões com duração de 75 a 90 minutos entre 12 a 16 semanas pós a lesão

2- treinamento locomotor a partir de 2 ou 6 meses após acidente vascular cerebral

3- tratamento baseado em casa a partir de dois meses após acidente vascular cerebral.

Todos os três grupos do programa foram estruturados e progressivamente os pacientes tiveram que atingir metas e tarefas específicas.

O programa baseado em casa, que começou dois meses após o AVE, teve o objetivo de melhorar a força dos pacientes e equilíbrio, flexibilidade e amplitude de movimento, como uma forma de melhorar a caminhada. A principal medida que os pesquisadores estavam interessados ​​era comparar o quanto cada um dos três grupos tinham melhorado a marcha(aminhada) um ano após acidente vascular encefálico. No entanto, eles também olharam para os resultados de 6 meses após AVE. Para medir a melhoria em uma população de pacientes, onde havia várias categorias de deambulação pós-AVE, os pesquisadores basearam a sua avaliação sobre o quão bem os pacientes foram capazes de caminhar de forma independente ao final do período do estudo de 12 meses.

Por exemplo, um paciente com sequelas severas que até o final do estudo foi capaz de andar dentro de casa sem ajuda foi considerado uma melhora, como também um paciente que já estava caminhando dentro de casa, mas que até o final do estudo tinham progredido para caminhar de forma independente na comunidade.

A expectativa era de que os pacientes inseridos nos programas de marcha auxiliados por "altas tecnologias" iriam mostrar melhores resultados do que os pacientes do programa de tratamento baseado em casa, especialmente os que iniciaram o treino locomotor dois meses após o AVE. Mas o que eles descobriram foi: Após 12 meses, todos os grupos tiveram ganhos semelhantes em velocidade da marcha, movimentação ou recuperação motora, equilíbrio, participação social e qualidade de vida.

52% de todos os participantes tinham feito melhorias significativas na sua capacidade de caminhar.

O momento do treinamento locomotor não fazer a diferença: após 12 meses, não houve diferenças entre os grupos de treinamento locomotor precoces e tardias, e a gravidade do AVC não afetou sua capacidade progredir pela marca de 12 meses.

Em todos os grupos, as maiores melhorias nos resultados foram feitas após as primeiras 12 sessões de terapia, mas 13% dos indivíduos continuaram a fazer ganhos funcionais na marcha, na 24 sessão e outros 7% melhoraram pós 30-36 sessões.

Houveram algumas diferenças entre os grupos de treinamento locomotor e o grupo de tratamento em casa em que os pacientes nos grupos locomotores eram mais propensos a sentir tonturas e desmaio durante seu exercício, e aqueles no grupo locomotor com treinamento cedo teve mais quedas.

57% de todos os participantes caiu uma vez, 34% caíram mais de uma vez, e 6% tinham uma queda que resultou em lesão.

Esse estudo reforça a necessidade de mais pesquisas sobre como prevenir quedas entre os sobreviventes de AVE. Fonte: NIH News, American Physical Therapy Association (press releases, 11 Feb 2011).

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